Muitas pessoas são vítimas dessa doença, porém existem alternativas para combatê-la
O estresse não é desencadeado apenas por uma única complicação, e sim, na maioria das vezes, devido ao acúmulo de múltiplos fatos externos e internos que, somados, procedem numa sobrecarga no organismo. Pode ser causado por trabalho excessivo, dificuldades no trânsito, prazos, contas, chefes, companheiros, locais agitados, pressão social, doenças físicas, desafios intelectuais, horários exigidos, desprazer no que se faz, solidão, violência, problemas financeiros, poluição, má alimentação, necessidades não satisfeitas, vida sob pressão, discussão familiar, grandes emoções, novas situações e assim por diante. São divididos em: físicos, psicoemocionais, espirituais e até fenômenos da natureza.
Para entender melhor esse assunto, é importante conhecer o descobrimento e as teorias. No ano de 1950, o Hans Selye, médico e pesquisador, elaborou o conceito de General Adaptation Syndrome (GAS) ou síndrome geral de adaptação, como resposta inespecífica do organismo a qualquer demanda imposta. Para ele, todos os seres humanos têm um capital de energia biológica diferente e pode consumir as reservas conforme tenha estresses. A partir disso, deu-lhe uma inovadora interpretação aos distúrbios psicossomáticos e três estágios foram descobertos: alarme, resistência e exaustão.
Na reação de alarme, considerada primeira fase, o indivíduo se depara com algum agente estressor e o sistema hipotálamo-simpático-adrenérgico apronta o organismo, a fim de proteger-se do perigo percebido. Quando isso acontece surgem os hormônios chamados adrenalina e a noradrenalina e, com isso, produzem, além do normal, uma respiração acelerada, taquicardia, glicogênio, concentração do sangue nos vasos principais e nos músculos estriados e a inibição dos seguintes sistemas: digestivo, sexual e imunológico.
Caso o estímulo estressor seja controlado ou eliminado, o corpo humano consegue equilibrar-se internamente e a vida pode continuar sem interrupção. Mas se acontecer o contrário, a situação irá para a segunda fase nomeada de adaptação ou resistência. Ela causa o desgaste e a manutenção do estado de alerta, na qual o organismo mantém a produção de fontes de energia rapidamente mobilizadas para a luta de outros desafios. Esse procedimento traz alguns males, por exemplo, lapsos de memória, baixa resistência imunológica, cansaço e supressão de funções corporais relacionadas com o comportamento reprodutor e de crescimento.
Devido ao desenvolvimento desses sintomas, o caso se agrava e inicia a terceira fase denominada de exaustão ou esgotamento. Provoca, seriamente, a decaída da imunidade e aparição de doenças como problemas respiratórios, diabetes, distúrbios gastrointestinais (diarreia, gastrite, náuseas e úlcera), depressão, fobias, ansiedade, alteração de peso, modificações na hora de dormir (insônia ou excesso de sono). Enfim, ocasiona uma imensidão de enfermidades.
Além desses sintomas, o estresse possui alguns sinais que podem ser vistos quando se tem a insatisfação com tudo, irritação por motivos insignificantes, dificuldade de raciocínio, desmotivação para alcançar objetivos, queda de cabelos, julgamentos errados, entre outros. A maioria, das pessoas, vive inevitavelmente com o estresse. No entanto, é essencial saber lidar ou solucioná-lo.
Uma das alternativas, para combater esse problema, é a terapia holística. Ela é constituída de técnicas terapêuticas as quais são agradáveis e relaxantes, com o objetivo de oferecer ao cliente o autoconhecimento a fim de obter o crescimento pessoal. Visa não somente a cura da doença, mas, também, o estudo e tratamento da causa. Por isso, cada caso é considerado único e subjetivo. As técnicas de abordagem holística são as seguintes: Aromaterapia, Bioenergia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Do-in, Fitoterapia, Florais de Bach, Foto Kirlian, Massoterapia, Programação Neurolinguística (PNL), Radiestesia, Reiki e Shiatsu.




